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Mostrando postagens de junho, 2010

Enfim o governo está olhando para a capoeira

Com a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, no dia 17/06 , que Estabelece o combate a discriminação racial e as desigualdades estruturais e de gênero que atingem os afro-brasileiros, incluindo a dimensão racial nas políticas públicas e outras ações desenvolvidas pelo estado. o que mudou DA CULTURA ART. 21 O poder público garantirá o registro e proteção da capoeira, em todas as suas modalidades, como bem de natureza imaterial e de formação da identidade cultural brasileira. Parágrafo único. O poder público buscará garantir, por meio dos atos normativos necessários, a preservação dos elementos formadores tradicionais da capoeira nas suas relações internacionais. Do Esporte e Lazer ART. 23 O poder público fomentará o pleno acesso da população negra ä prática desportiva, consolidando o esporte e o lazer como direitos sociais. ART. 24 "A capoeira é reconhecida como desporto de criação nacional nos termos do art. 217 da CF." Parágrafo 1 A atividade de capoeira será r...

quem sou eu sem capoeira

Faz algum tempo que eu jogo capoeira. Bom se for contar, realmente já vão aí uns 6 anos de idas e vindas. Parei para fazer 4 anos de faculdade,depois 2 anos de pós . E o que tem a vê o focinho com a tomada? Tudo meu amigo. Não o focinho, mas a capoeira e a faculdade. Quando entrei na faci, deixei de jogar por um tempo. Muitos trabalhos, estágios, provas. Depois de aprender um pouco sobre educação comecei a olhar a capoeira com outros olhos. Quatro anos me fizeram diferente. Como o som do berimbau que no começo é agudo e depois fica macio, melancólico, melhor na ladainha da Angola, também fui mudando com o tempo. No começo eu via a capoeira como um movimento que precisava de flexibilidade, ritmo e força (e haja força viu!). Com o passar do tempo, vi que a capoeira não era só um jeito de mexer com o corpo, mas uma forma de valorizar e respeitar as diferenças culturais e sociais, envolvidas pelas pessoas que a jogavam. É na capoeira que há um resgate das nossas raízes, onde o que apren...

um dia de cada vez

ALLAN, filho, estou escrevendo-lhe hoje porque a há 12 anos tenho tentado mas até então não tinha conseguido Mas hoje, faz 12 anos que perdi parte da minha alma, e estou sozinha na frente do meu PC, e comecei a pensar em te escrever e estou tentando escrever o que o meu coração está sentindo. Filho querido tenho tantas, tantas, tantas saudades, que às vezes penso que não consigo agüentar a tua ausência, porque, sabes meu filho, o quanto eu te adoro e isto é muito duro para mim. O meu coração não agüenta, está destroçado. Allan meu filho, peço-te para que me transmitas para a minha cabeça que estás melhor aí, aonde quer que estejas, do que estavas comigo. Então vem a duvida que sangra meu coração. Será que estás melhor? Será que não estás sofrendo? Isto é uma confusão na minha cabeça. Às vezes penso que tudo é um pesadelo, que tudo é mentira, que isto não pode ser verdade… mas tenho que acreditar que é verdade, que você nos deixou, e que não voltas. Mas, como você está sempre present...